Se
ser jovem, por si só, já não é uma tarefa simples, ser um jovem com uma
vivência na fé e na Igreja é um desafio ainda maior. E qual é o motivo desse
desafio? A resposta é, ao mesmo tempo, simples e complicada: estamos cercados
das tentações que o mundo nos oferece, de forma frequentemente explícita, e
isso é claro para todos os jovens – seja através das drogas, das más
companhias, da promiscuidade. Todavia, nem sempre é fácil para nós, jovens,
percebermos o que é bom e o que é ruim entre os “convites” da modernidade: às
vezes nos precipitamos por um caminho tortuoso e só nos damos conta disso
quando muito tempo já se passou.
Por
outro lado, a nossa fé é, em certas ocasiões, colocada em xeque: às vezes, não
sabemos como conciliar o que aprendemos na escola com a doutrina que recebemos
da Igreja e na qual acreditamos; ou então, temos a impressão de que as nossas
crenças não parecem fazer mais sentido no mundo em que vivemos. A Igreja ensina
por um lado, mas o mundo nos leva para outro totalmente diferente. Como
podemos, então, viver a nossa fé nesse mundo tão diferente?
Essa
pergunta não tem uma resposta simples. Não se pode ser radical, para nenhum dos
extremos: nem devemos abandonar a fé, nem podemos negar que precisamos “viver
no mundo”. E, como jovens que somos, podemos e devemos ter uma sadia
participação no mundo: seja no lazer, no trabalho, na faculdade, na vivência
com os amigos. A tarefa, então, é conciliar essas duas vivência sem perder a
essência da vida cristã. A chave para a resposta, então, está na entrega à fé
que nos move no caminho da Igreja: a fé em Cristo Jesus.
Foi
nesse sentido que o Papa e Santo João Paulo II nos exortou: “Queridos jovens:
ide com confiança ao encontro de Jesus!”. O pedido do recém-canonizado João
Paulo II é simples e objetivo – entreguemo-nos nas mãos de Cristo! Não devemos
nos deixar abater quando fraquejamos na nossa fé; Pedro também fraquejou, mas
foi a ele que Cristo disse: “Apascentai as minhas ovelhas!” (Jo 21, 17b.). O
próprio Jesus doou a sua vida ainda com pouca idade, e tinha, dentre seus
discípulos, alguns bastante jovens. E é no exemplo de Cristo e destes jovens
apóstolos que devemos nos espelhar: jovens que, contra tudo o que o mundo
poderia oferecer, escolheram o caminho do serviço a Deus e da vivência da fé.
Amigos jovens (como eu), a fé é um dom e uma graça de Deus, e precisa ser constantemente exercitada. Vivamos a fé em comunhão com a nossa Igreja! Como jovens praticantes, devemos ser ativos em nossas comunidades: participar de pastorais, de grupos de canto, de grupos de oração, de círculos bíblicos... Devemos freqüentar as missas e celebrações, e precisamos, acima de tudo, rezar cada vez mais. Rezar pedindo forças para viver em um mundo que nos convida para o mal; rezar pedindo o fortalecimento de nossa fé; rezar pedindo uma vida cada vez mais santa. Somos jovens, e devemos, portanto, viver como jovens – mas isso pode ser feito de acordo com a fé. Assim, poderemos ser “sal da terra e luz do mundo”.
Amigos jovens (como eu), a fé é um dom e uma graça de Deus, e precisa ser constantemente exercitada. Vivamos a fé em comunhão com a nossa Igreja! Como jovens praticantes, devemos ser ativos em nossas comunidades: participar de pastorais, de grupos de canto, de grupos de oração, de círculos bíblicos... Devemos freqüentar as missas e celebrações, e precisamos, acima de tudo, rezar cada vez mais. Rezar pedindo forças para viver em um mundo que nos convida para o mal; rezar pedindo o fortalecimento de nossa fé; rezar pedindo uma vida cada vez mais santa. Somos jovens, e devemos, portanto, viver como jovens – mas isso pode ser feito de acordo com a fé. Assim, poderemos ser “sal da terra e luz do mundo”.